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Pose! Underground LGBTQS!

Salve, salve meus queridos! sei que estamos sumidas mas estamos trabalhando, é com muita alegria que hoje vamos falar dessa série TOPISSIMA!!!



 


No dia 3 de Junho estreou na FX a série Pose, que  nos fez pirar de tão revolucionária e foda que é, a série já bateu dois recordes FODAS : Maior elenco de Transgenêros e  maior elenco de LGBTQ da história da Tv americana !!  Produzida pelo Ryan Murphy (Glee, American Crime Story) e Nina Jacobson, Brad Falchuk e Brad Simpson, a série  retrata Nova York, Harlem nos anos 80 em meio a cena urbana Das Drag Queens e dos LGBTQS  no auge da devastação pelo vírus HIV, da pobreza, dos “Balls” , da dança “Vogue” (popularizada pela Madonna nos anos 90) e a cena em que as Drags e as Gays negras viveram inventaram e que influencia
seus artistas favoritos até hoje... Basicamente, elxs eram mobs, grupos, como se fossem Gangs, “Houses” que lutavam mas na Passarela, a Violência era Visual e ritmica rs...

Dançando Vogue e desfilando em Categorias, travestindo aspirações, representando  o que era distante dos socialmente excluídos...
Categorias como “Homem Rico” ou “Realeza” “Executivo bem sucedido” quem se vestia e desfilava, dançava Vogue melhor ganhava um troféu e reconhecimento, mas não era só isso, as Gangs na verdade eram chamadas de “Houses”,“Casas” um competidor  decidia criar uma casa então  era chamado de “Mãe” as Houses acolhiam alguns dos competidores e formavam uma familia, comunidades, era fonte de apoio emocional e refúgio pros desamparados, uma rede de apoio quem não tinha aonde morar morava na Casa pela qual competia. Era gente rejeitada pela sociedade, gente expulsa de casa pelos pais por ser quem eram ou  gente que nem pais tinham Se juntando e formando redes de apoio e sustentabilidade e ao mesmo tempo criando as culturas mais influentes possiveis...  entre as “Houses” mais famosas,
House of Ninja, House of XTRAVAGANZA, House of Labeija... 



Era incrível, trabalhavam, costuravam ou roubavam roupas extremamente extravagantes,  os “Balls” existem desde 1800 mas destacaram na década de 1920 durante o renascimento do Harlem era uma espécie de desafio social, uma maneira de jovens “esquisitos” criarem um espaço seguro em um mundo onde a aceitação era difícil, Quase no começo, a maioria das Balls eram dominadas por homens brancos  esperava-se que as rainhas de cor clareassem suas complexidades para competir nelas mas a cultura se expandiu na década de 1970, quando os concorrentes negros e latinos se juntaram para criar sua própria comunidade. Os anos 80 é  retratado pela série,  quando  também rolava a cena da HOUSE MUSIC e EDM, com  influência pesada desse movimento! (cê sabe que os preto que criou House né, música eletrônica também foi noiz que fez, aham!) você com certeza a ouviu falar da marca da Beyonce chamada “House of Dereon”, ou que a Lady Gaga chama sua equipe de “Haus of Gaga” e até Erika Palomino tinha um programa na 97FM chamado “House of Palomino” a música “VOGUE” da Madonna, Azealia Banks nos seus clipes já fez feat Com Houses de Vogue...







FOI TUDO BIXA PRETA MEU AMOR!!!... A gente eleva qualquer cultura, somos simplesmente muito bons pra sermos ignorados... O mundo da Moda e da Musica não sobreviveria sem os preto e  Já dizia nossa parça Mc Pocahontas: “Se eu morrer, em quem vai se inspirar?”
A série é foda  porque além das questões sociais, como por exemplo a forma que os Gays brancos tratavam os gay pretos e principalmente as drags e trans pretas naquele tempo onde o movimento militante  se ascendia e quem tava na linha de frente eram as drag e as trans pretas ... (eles a consideravam aberrações, muitas delas morreram pelo movimento, MUITAS! E eram ameaçadas e ofendidas não só por policiais e hetéros mas Gays  brancos que se vestiam de acordo com seu gênero, eles diziam que elas “queimavam a imagem do movimento e que tinham problemas psicológicos” é por isso que não admito quando vejo esses vídeos de caso de racismo em que o branco diz que não tem como ele ser preconceituoso porque é gay... tá na história do movimento LGBTQS essa intolerância, outro doc que indico pra vocês também é o da Marsha P. Johnson, tem no Netflix.) Além também do visual incrível e a informação de moda fudidaaa Ali tem HISTÓRIA! Que aconteceu e que a gente deveria aprender na escola, que deve ser homenageada e eternizada! A série  homenageia varias cenas reais, que você vai relacionar quando assistir “Paris is Burning” mostra a origem de variás palavras usadas hoje que só eram usadas na cena underground tipo “shade” A série abrange as questões de todas as Letras da Sigla LGBTQS... E Eu só estou rezando pra que a versão dublada não seja ruim porque tem muitas frases fortes e revolucionarias  mas de qualquer forma o conteúdo por sí só já é de extrema grandeza.
ELENCO:Nomes como
  James Van Der Beek (Dawson’s Creek) , Billy Porter (Kinky Boots da Broadway), Kate Mara (House of Cards), MJ Rodriguez (Luke Cage), Hailie Sahar (Mr. Robot), Angelica Ross (Her Story) e Evan Peters (American Horror StoryX-Men: Days of Future Past), Indya Moore entre outros.








  • eu tô me esforçando MUITO pra não dar Spoiler pra vocês porque quero que vocês tenham o prazer de se surpreender como eu logo no Episódio Piloto que pirei, eu  levei uma facada com o visual bizarro, no melhor dos sentidos...  Bom o que podemos fazer como Boas Amigas é deixar o Trailler e um pouco do visual pra não estragar a surpresa!
     

    Ah! E só pra avisar, Tamo de volta com tudo!



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